Você sabe o que é team building?

A tradução ao pé da letra significa “Construção de Equipes”, na prática o team building é a introdução de atividades que elevem o componente emoção para fortalecer equipes.

Geralmente estas atividades são desenvolvidas ao ar livre, mas não é mandatório, o importante é que sejam outdoor, ou seja, fora dos “ares” da empresa. Devem ser aplicadas técnicas extremamente vivenciais para que os participantes aprendam fazendo, experimentando e se emocionando, e emoção tem várias nomes: raiva, ansiedade, competitividade, adrenalina, compaixão e por aí vai…

As atividades devem ser lúdicas e ter foco nos 05 sentidos, por isso que em muitos casos envolvem atividades esportivas como rafting, canoagem, escalada, corrida, mas existem outras maneiras de mexer o corpo, como propor atividades de dança, ciranda de roda, gincanas, jogos de construção, jogos de raciocínio…

As possibilidades são inúmeras e a competição faz parte da estrutura do team building, pois por vezes as equipes estarão concorrendo entre si e isto gera uma vontade de lutar, de batalhar pela vitória e chegar lá! Em um ambiente saudável a competitividade é bem vinda!

Quer saber mais, sobre atividades lúdicas e energizantes para propor um team building na sua empresa? Entre em contato conosco: atendimento@rhplay.com.br

Por: Vanessa Aleixo – Sócia Diretora da RHPLAY

 

 

 

Jogos Corporativos, moda ou realidade?

Os Jogos Corporativos estão crescendo em popularidade, nas escolas, nas empresas, nas ONGS e nas nossas vidas! Mas será que tudo que reluz é ouro? Trocando em miúdos o jogo pelo jogo sem o velho e bom debriefing pode ser um fiasco!

Como assim? Você já saiu de um game organizacional com a sensação de que não sabe porque participou daquilo ou com a certeza de que não foi nada bem? O que será que aconteceu? Simples, falta de feedback!

É fato que os jogos corporativos estão crescendo no mercado e que se bem realizados com clareza no objetivo conferem sucesso! Agora se o jogo não for claro, não transferir o conhecimento para a realidade, não aferir competências de acordo com objetivo, ele servirá apenas como diversão! Se objetivo era só diversão, descontração, euforia, ótimo! Se não for? Aí alguma coisa deu muito errado, rsss!

Temos a tendência de acompanhar a moda, mas tem certas coisas que vieram para ficar, inovar e transformar a nossa realidade.

Com certeza os jogos corporativos fazem parte do novo modelo de aprendizagem nas organizações! Sim eles vieram para ficar e por isso precisam ser tão bons quanto o prometido, dar resultados, conferir aprendizado, afinal de contas o budget da empresa tem que ser bem aproveitado!

Se você quer realizar um game na sua organização, preste muito atenção e se faça os questionamentos abaixo:

  • Qual o objetivo deste jogo, no final o que queremos com isto? Qual ou quais resultados queremos alcançar?
  • Minha empresa compreende que os modelos de aprendizagem mudaram e que os jogos fazem parte deste contexto?
  • Qual a mensagem quero passar no final do jogo, que “nós” queremos desfazer? O que queremos reforçar?
  • Qual o meu público e quais são as suas necessidades?
  • Onde será aplicado este jogo? Indoor ou Outdoor? Ah, são tantas perguntas, rsss! A Luna sempre me acompanha nos meus textos!

Estas são perguntas chaves para garantir um experiência de sucesso! Vai por mim jogar é bom demais, mas jogar com um propósito é divino!

Até a próxima!

Por Vanessa Aleixo Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY

Indicadores, pra quê?

Lá no fundo você deve se perguntar, para que servem os indicadores de RH? A resposta é bem simples, se você utiliza os KPI´s (Key Performance Indicator, ou os famosos Indicadores-Chave de Desempenho), analisando as métricas com criticidade e tomando decisões a partir destas aferições, eles servem para muita coisa. Agora se é só para inglês ver, não servem para nada, a não ser para tornar o trabalho do RH mais burocrático e oneroso.

Nem todas as empresas estão preparadas para gerir de forma assertiva o capital humano. Muitos gestores sofrem no final do mês alimentando várias planilhas de dados, para apresentarem no começo do mês subsequente seus indicadores. E aí o que acontece? Nada!

São muitos dados, muita complicação, o povo não quer dar atenção para sua apresentação quilométrica. Resultado: Desmotivação! De quem? A sua!

Aqui vão algumas dicas para evitar o estresse pré e pós indicador:

  1. Se você tem abertura para inovar na gestão do RH, vá devagar! Comece com poucos indicadores e com aqueles que são mais críticos e que chamarão a atenção por causar impacto, em suma: o que geram na visão do empregador prejuízo!
  2. Coloque uma coisa em sua cabeça, você é do RH, mas a empresa para qual você trabalha geri um negócio que na maioria das vezes visa o lucro, então, seja prático! Utilize estratégias que façam com que os executivos enxerguem a importância de melhorar a condição dos funcionários em pró da melhoria dos números.

Vamos ao exemplo “fake”: A empresa X do segmento de Call Center teve o maior índice de absenteísmo da história no último bimestre. Atingiu 22%, sendo que 15% está relacionado a entrega de atestados com CID´s (Classificação Estatística Internacional de Doenças) de alergias em geral e conjuntivites.

Você com sua opinião formada, indaga:

– Call Center, é daí para mais, está dentro do esperado no mercado!

Então vamos lá, como somos todos curiosos e investigadores do CSI, não é mesmo? Vamos investigar…

Há cerca de 60 dias, a prestadora de serviços de limpeza foi trocada e aparentemente o ar condicionado foi prejudicado pelo novo método de higiene utilizado, partículas de poeira e ácaros eram excretados no ar no momento em que o equipamento era ligado, como se houvesse um saldo residual preso na máquina. O sistema de ventilação era único, as tubulações se estendiam por toda área operacional e pela área de gestão de clientes.

Bom, termino minha história por aqui, para que você possa PENSAR!

“Nem todas as empresas são iguais e não é porque existe uma tendência, que sou ou farei parte dela”.

Quando apresentamos somente dados numéricos, códigos de doença ou dados de qualquer natureza, devemos checar se estamos munidos de informações, principalmente sobre as causas. Lembre-se as causas geram os efeitos!

  1. Encerrando as dicas, seja simples e direto em suas apresentações, as pessoas perdem o foco a cada 07 minutos nas reuniões. Utilize ferramentas para coleta de dados, práticas e de fácil interpretação.

Gráficos devem ser representativos e de entendimento imediato, nada de “frufru”, objetos flutuantes estranhos e de informação desnecessária.

Se você não sabe para onde vai todo caminho é errado! Trocando em miúdos, se você não sabe para que, e o que quer aferir, simplesmente não o faça.

PS: Pensando em você disponibilizamos uma ferramenta simples, o Índice de Absenteísmo. Utilize com cautela e critérios, fique à vontade para adaptar de acordo com suas necessidades. Com frequência traremos novidades para você em nosso site, fique antenado e participe da nossa newsletters!

Forte Abraço!

Escrito por Vanessa Aleixo – Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY Consultoria e Treinamento

 

5 hábitos que podem tornar você mais resiliente no trabalho

otimistas

Segundo a avaliação do psicólogo inglês Conor Neill, professor na IESE Business School, a resiliência é uma qualidade importantíssima para o profissional e para a empresa.
“Segundo Neill, pessoas resilientes se diferenciam por três atitudes principais: elas encaram a realidade de frente, são gratas pelo que têm e são habilidosas em encontrar soluções”.

O portal EXAME.com fez uma matéria sobre o assunto e listou 5 hábitos para se tornar mais resiliente no trabalho.

Clique aqui para ler a matéria completa.

Texto de Cláudia Gasparini, publicado em 13/05/2016 no exame.com.

O grande vilão da falta de tempo tem nome, VOCÊ!

Você já teve a sensação que correu o dia inteiro, realizou “N” atividades e no final do dia morreu na praia?

E aí a indignação “fiz tudo”, mas o resultado foi um grande monte de tarefas que não agregaram valor,  e pior as tarefas que realmente eram importantes se transformaram em uma grande pilha de urgências!

Vamos a um exemplo prático.

Na sua família existe um histórico de problemas cardiovasculares, o seu pai era cardíaco, seus avós, seus bisavós e várias outras gerações, logo você sabe que a partir de certa idade e pelo histórico familiar, você terá que ir ao médico para fazer um check up, pelo menos uma vez por ano, eu disse, pelo menos uma vez por ano…

Parece simples e fácil de colocar na sua agenda, e para todos os mortais ter saúde é um fator primordial para a realização de todas as outras atividades, inclusive o trabalho.

Eu pergunto, você foi? Pelo menos agendou? E se agendou, compareceu no dia da consulta?, pois é, o grande problema é que um dia pela manhã , após um dia anterior de stress no trabalho, que consumiu as suas horas de sono, você despertou com uma fortíssima dor no peito, e o que era importante se tornou urgente.

E eu indago, você foi para o médico?

Ah foi! De ambulância e direto para emergência. E o médico na beira da sua maca e olhando nos seus olhos perguntou:

– Por que você não se preveniu? Por que não procurou o médico antes?

E você sem ar e com a “cara de pau” pálida, sussurrou:

– Porque não tive tempo!

E agora? Agora!, você terá que administrar mais uma tarefa na sua rotina e que não terá fim, tomar remédios para ter mais tempo e não morrer…

Nós temos escolhas, definir prioridades faz parte da administração do tempo e isto pode ser aprendido pelo amor ou pela dor.

O grande vilão da falta de tempo tem nome, VOCÊ!

 

Vanessa Aleixo

Sócia Diretora RHPLAY

 

Não demita, qualifique!

A produção não funciona, os clientes reclamam, os processos não fluem, os fornecedores não entregam, a culpa é de quem? Do funcionário, “hora bolas”, ele foi incompetente!

O que fazer para solucionar este problema?

Demitir, é claro. Se essa for a sua resposta, meu caro leitor, creio que haja um engano, é claro que às vezes pode ser inevitável, mas isto não é uma regra.

Se o seu funcionário é incompetente, dê a ele competência, qualifique!

Mandar o funcionário embora, nem sempre é uma solução assertiva, além de gerar custos trabalhistas, a empresa perde com os custos operacionais, terá que recrutar, selecionar, adaptar, treinar, avaliar e por aí vai…

Resumindo, se perde tempo, os profissionais reclamam da adaptação do novo colega, porque o outro era mais eficiente, mais rápido, mais prático, que isso, que aquilo, então porque o demitiu? Porque era mais fácil? Será?

Agora só restaram dúvidas, e o que fazer? Começar tudo de novo? , ou avaliar melhor, levantar as necessidades de treinamento, orientar, dar feedback ?…

Saiba que a palavrinha “qualificar”, está de vento em poupa no país, e além de manter o funcionário, você empresário, forma, capacita e transforma a vida destes profissionais, promovendo a gestão de conhecimento, oxigenando o pulmão da sua empresa com novas ideias e exercendo a tão falada responsabilidade social.

Não seja o Roberto Justus em O aprendiz, não demita, qualifique!

 

Vanessa Aleixo

Sócia Diretora da RHPLAY

 

 

 

 

 


O não você já tem!

Vou ou não vou? Vou ou não vou? Vou ou não vou! Fiquei…

Suzan tinha um grande sonho, mudar de área, afinal estava fazendo faculdade, era focada, determinada e queria mais do que o setor financeiro da empresa.

Passava pelo corredor quando de repente, o infortúnio do destino, lá vem Erika Gerente de RH, seu coração palpita, a garganta aperta e ela sem pensar diz:

– Olá Erika, bom dia! Sem querer ser invasiva, gostaria de te pedir uma gentileza, como sabe estou me especializando em RH e para compor um trabalho precisaria passar um dia na área para conhecer as rotinas. Você acha que seria possível?

Erika pensou sei lá o que, e respondeu:

– Você já falou com o seu gestor sobre isto? Este seria o primeiro passo!  E aí a surpresa…

– Se quiser podemos falar juntas, quando estava na faculdade também passei por isso, eu sei da importância de conhecer a área e dou valor a sua garra, podemos falar amanhã às 11 horas com ele?

Suzan com a cara da riqueza respondeu:

– Claro! Muito obrigada!

Quem diria hein! Para quem estava esperando um não, eis que surge entre o sol, um possível SIM!

O que será que aconteceu depois?

Arriscar faz parte da vida, o medo nos consome, poda a nossa criatividade, amarra as nossas emoções e por fim nos cega, impedindo-nos de ver as oportunidades.

E agora? A Suzan foi, e você vai ficar?

Lembre-se o não você já tem!

Vanessa Aleixo

Sócia Diretora

RH Play Consultoria & Treinamento

www.rhplay.com.br

Simplesmente Não!

Parece uma sina, toda vez que você está extremamente ocupado, aparece alguém lhe pedindo um favor, pode ser no trabalho, em casa, no convívio com os amigos. E como dizia a música, “até” na rua, na chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê…

Nossa até nas férias tem gente que pede favor! Sabe qual é o grande problema disto? Tudo!
Você deixa de fazer as suas tarefas e acumula mais uma, pelo simples fato de não saber dizer não. Você pode até pensar:
– Claro, que eu sei dizer não!

Será que sabe mesmo? Sabe aquele colega de trabalho que vive no aperto, não conclui as atividades durante o horário de expediente, e bem no final da tarde quando você está se preparando para ir pro tão sonhado lar, diz:
– Sabe o que é, é que eu… sabe…, tô enrolado e você bem que poderia ficar só mais um pouquinho (algumas horas), para me auxiliar neste trabalho?

E o que é pior sempre promete que será a última vez, e você sem jeito e furioso por dentro, diz:
– Claro que sim, mas só um pouquinho mesmo, viu! E Este pouquinho virou um “poucão”, que insiste em te atormentar todo final de tarde!

Epa! Não estou dizendo que você não deve auxiliar as pessoas, deixar de participar de reuniões, de agendar compromissos, de ir a eventos, muito pelo contrário você deve, mas não a todos, a toda hora e a todo instante.

O dia só tem 24 horas e se você for atender a todas as solicitações, não sobrará nem uma fração de segundos pra você. Fora que cá entre nós, tem gente que deita rola em cima do Senhor!

Aqui vão algumas dicas:
– Defina prioridades e comece dizendo não a um, ou outro compromisso. Antes de aceitar reflita, isto vai me agregar valor? Vai satisfazer alguma das minhas necessidades? Eu preciso realmente fazer isto? Por quê?
– Favores são necessários e todo mundo precisa de alguém uma hora ou outra, mas não todos os dias. Perceba o que está abusivo e simplesmente corte!
Lembre – se você é um só e não pode fazer tudo, tenha foco.
Acredite o primeiro NÃO é uma sai justa, mas todo saia justa laceia e depois fica confortável de usar.

 

Por Vanessa Aleixo 

Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching, formada em Pedagogia e Gestão de Recursos Humanos, com pós – graduação em Psicologia Organizacional e Administração de Recursos Humanos. Sócia da empresa RH PLAY Consultoria e Treinamento, atua com DHO, desenvolvendo soluções corporativas voltadas para o crescimento e evolução humana.

Oh Dúvida Cruel!

Não há nada pior do que ficar na indecisão! Parece música de desiludido, o que será, o que será?…

A dúvida aparece pelo medo de tomarmos alguma decisão, pelo medo de termos que arcar com as consequências das escolhas que fazemos. Parece ser saudável ficarmos quietos, calados diante de um acontecimento, mas até o ato de ficar calado é uma escolha, e toda escolha tem um retorno, seja ele positivo ou negativo.

Sabe eu vivo dizendo por aí, “Seja quente, ou seja frio, mas nunca seja morno”, e que fique registrado que isto é uma adaptação da bíblia! Ficar em cima do muro, esperando a banda passar é escolher ficar no marasmo, é escolher retrocesso e este seria o verdadeiro fracasso.

Se a dúvida é cruel, não se desespere, sempre existe mais que dois caminhos, as pessoas ficam paralisadas com a possibilidade de só haver duas saídas para tudo, ter um plano C não significa ser morno, significa que decidiu agir com as armas que tem!

Estes dias estava assistindo Bob Esponja com meu filho, um filme de mais ou menos uma hora e pouquinho, o Plankton é um personagem que tem como missão de vida, roubar a fórmula do hambúrguer de siri, mas sempre “fracassa”, pois bem, neste filme ele estava meio cabisbaixo, pois já havia tentado de tudo até o plano W, sendo sua última opção, quando inesperadamente o seu esperto computador falante o lembrou que o alfabeto ia até o Z.

Encurtando a história ele não conseguiu roubar a fórmula, mas foi um dos melhores planos que teve! O que estou tentando dizer é que temos muitas letras no alfabeto, ou seja, muitas opções, e porque não termo um plano Z, ou alfa e beta? Quem determina os limites é o próprio limitador!

Na dúvida diga simmmm! Sim para mais opções e não para a indiferença! Quem é indiferente passa pela vida sem nenhum grande feito, e esta frase pronta caiu como uma luva, “feito é melhor que perfeito”!

Faço um convite para você, sabe aquele problema que está te dando taquicardia, senta numa mesa e atira suas ideias no papel com a melhor arma que tem, o cérebro amigo!

Se um personagem de desenho tem até plano Z, imagine você de carne e osso, com todo este potencial e massa cinzenta! Qual o problema em tentar?

Afinal, pior do que fracassar é ficar eternamente na dúvida!

Até a próxima!

Vanessa Aleixo – Sócia Diretora – RHPLAY

Currículo X Bom Senso

A verdade é que as vezes ficamos tão confusos com a moda de papel vergê, papel carta, A2, A4, é tanto detalhe que chegamos a pensar que os selecionadores estão preocupados com a estética do currículo, e agora ? É, ou não é verdade?….

Vamos lá…

O selecionador está preocupado em achar um bom profissional,  o mais rápido possível para atender o seu cliente,  que insiste em colocar a ¨carroça na frente dos bois¨, ou seja, tem muita pressa, quer o candidato para ontem de manhã e bem cedo.

Então o selecionador tem que ser rápido na árdua tarefa de triar os melhores currículos, para contatá-los, estamos falando em muitos, muitos currículos mesmo…

Agora vem aqui bem pertinho de mim, ops não tão perto…e me diga, você teria tempo de ler mil currículos em 1 ou 2 horas?, pois é caro leitor, é nessa hora que o selecionador sofre, o prazo é curto, e existem outros processos, com outras centenas de currículo para analisar…

Então quais são as minhas dicas: 

  1. Seja claro e objetivo, e quando digo objetivo é escrever em que área você quer trabalhar? Colocar a área é melhor do que dizer apenas o cargo,  pois amplia as possibilidades. Coloque o cargo somente quando enviar para vagas específicas, ou seja, o currículo for direcionado, ou se estiver certo que é somente o cargo que quer;
  2. Não coloque vários objetivos como: Marketing / Financeiro / Compras, isto denota que o candidato não sabe para a que veio neste mundo, o ideal é readequar o currículo de acordo com a vaga, se já tiver atuado em várias áreas diferentes.
  3. Não encha linguiça, o selecionador não tem tempo para ler em todas as empresas as mesmas tarefas repetidas “tipo copiar e colar”, pontue as atividades mais importantes que geraram resultados, e aí vai um “dicão”, pense nos resultados que alcançou para depois pontuar de uma melhor forma no seu currículo.
  4. Tenha bom senso, currículo com RG, CPF, Nome da Mãe, do periquito etc…, sem chance, o selecionador mal tem tempo de ler os currículos, quem dirá os documentos, se você for  contratado e será ! Deixe para mostrar seus documentos depois, eles não são importantes nesta fase. Ah, o mesmo vale, para bolinhas, frufrus, desenhos blá blá…
  5. E continue tendo bom senso, papel rosa, verde, amarelo, multicor, pra quê? É mais caro, e definitivamente não vai mudar o que escreveu no seu currículo, por tanto, foco no conteúdo. Eita e nada de currículo amassado hein? Leve na pastinha, mas não dê a pastinha pro selecionador, acredite ele acaba fazendo coleção rss… e cá entre nós sai caro pra chuchu!!!
  6. Os cursos, veja bem, se seu foco é administrativo, não coloque os cursos de violão, e nem tão pouco os que já não tem mais valor, como por exemplo: datilografia.  Ressalto que coloque os cursos que realizou nos últimos anos a não ser que sejam de suma importância para a vaga em questão;
  7. Assinar jamais! Eu não sou a Glória Kalil dos currículos, mas meus amigos, isto está completamente over!!!
  8. Erros de português, mas nem pensar!!!, revise, revise e revise de novo, este tipo de coisa denota desleixo, se tem dúvida sobre a palavra pesquise ou substituta por um sinônimo.
  9. Quanto ao modelo, existem vários, cronológico, cronológico funcional, funcional, direcionado, mas isto é papo pra mais de hora rsss…
  10. E por fim, não minta jamais…
No próximo bate papo falaremos sobre os tais modelos e o que seria melhor pra você!
Abraços,
Vanessa Aleixo
Sócia Diretora da RHPLAY