Você já ouviu falar em Neuróbica?

Poxa vida perdi meus óculos, meu Deus onde foi parar, procuro daqui, procuro de lá…E agora como vou sair sem eles?

Já está tarde vou escovar os dentes e vou embora, corro para o banheiro pego a pasta e a escova e olhando para o espelho como num passe de mágica o danado do óculos aparece sob minha cabeça segurando minhas madeixas e eu pergunto:

– Quem te colocou aí? E em seguida caio na gargalhada e penso estou ficando loucaaaaaaaaaaa!!!

Já passou por isto? Não? Há quem nunca, não é mesmo?

A falta de atenção pode ocorrer com todos nós, o estresse do dia a dia e o piloto automático faz com que episódios como estes aconteçam com frequência.

Podemos até achar que estes esquecimentos são falhas de memória, mas, em grande parte das situações, é a famosa falta de atenção. E para que possamos nos libertar de situações como estas podemos treinar o nosso cérebro com Neuróbica.

Cerca de 80% do nosso dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro.

Mas o que Neuróbica? A Neuróbica foi desenvolvida pelo neurocientista Lawrence C. Katz, é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro (segundo a Wikipédia).

Trocando em miúdos são exercícios que estimulam o nosso cérebro a mudar o padrão de suas conexões, mantendo -se ativo e jovem, assim como exercitamos o corpo para termos tônus muscular para mantermos nossa saúde corporal e desenvolvermos nossas necessidades motoras, acreditasse que o cérebro carece do mesmo empenho.

O método é muito simples e não se trata de acrescentar novas atividades à sua rotina, mas de fazer de forma diferente o que você realiza diariamente, como por exemplo trocar o caminho de ida ao trabalho, colocar o relógio no pulso oposto, andar de costa, ver as horas através do espelho, trocar de roupa de olhos vendados e por aí vai…

Realizando estas atividades você estará usando várias combinações de seus sentidos — visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos “sentidos” emocionais e sociais. A criatividade e a vitalidade saltaram, vamos experimentar?

Afinal não somos apenas um corpinho e sim seres pensantes e diferentes em suas formas de pensar e agir. Abaixo estão algumas dicas do site www.megainteligencia.com

  1. Na sua casa ou no trabalho, depois de algum tempo, e sempre que for possível, troque os objetos de lugar.

 

  1. Algumas atividades que você realiza com a mão direita (se destro) ou esquerda (se canhoto) exercite realizar com a outra mão (escrever, escovar os dentes, pentear o cabelo, ligar aparelho, grampear, etc.).

 

  1. Experimente tomar banho, trocar de roupa, passar hidratante no corpo ou perfume, abrir e ligar o carro com os olhos fechados.

 

  1. Pegue objetos na bolsa ou pasta com os olhos fechados, identificando apenas pelo tato, esse mesmo exercício você pode fazer para encontrar uma chave que deseja para abrir a porta de casa ou um armário.

 

  1. Exercite o cérebro com o olfato e o paladar, identificando os diferentes aromas de olhos fechados. Exemplo: café, limão, laranja.

 

  1. Mude o trajeto de ir para casa ou para o trabalho e se costuma ir de carro, utilize táxi ou ônibus, algumas vezes, ou vá de carona.

 

  1. Visite lugares diferentes que não tem costume de ir.

 

  1. Conheça novas pessoas.

 

  1. Procure identificar os diferentes sons ao seu redor.

 

  1. Experimente, também, momentos de profundo silêncio, colocando tampões nos ouvidos.

 

  1. Assista filmes e programas de TV ou ouça músicas diferentes do que costuma fazer.

 

  1. Mude a rádio que tem costume de ouvir no carro.

 

  1. A Tempestade de Ideias ou “Brain Storm” é uma dinâmica excelente para desenvolver a capacidade criativa, potencializar a concentração, solução de problemas, entre outros.

 

Esta técnica pode ser utilizada por empresas, escolas, grupos de uma maneira geral, e até mesmo para exercício individual. Ela estimula a formação de novas conexões cerebrais.

Comece hoje, pois a nossa mente não pode esperar até amanhã para ser lembrada!

 

Vanessa Aleixo

Sócia Diretora da RHPLAY Consultoria e Treinamento

 

 

 

 

 

Team Building – Ice Breaker Parte 4

Para iniciar um treinamento com o pé direito é necessário elevar a energia e manter o alto astral, obter um ambiente amistoso e sem amarras, pensando nestes momento trouxemos para vocês dinâmicas e atividades quebra gelo que foram divididas em 04 partes.

Infelizmente estamos encerrando esta pauta, mas esperamos que você tenha colocado em prática as nossas dicas e atividades relacionadas nos posts anteriores.

Hoje vamos a mais uma atividade que servirá para você abrir seus trabalhos com team building, pocket training, play café, palestras e muitas outras atividades. Abra sua mente para que você possa transformar e criar outras atividades.

Ok vamos começar? Esta atividade chama-se: Jogo das Palmas!

Você não precisará de nenhum material somente o componente humano.

Instruções: O grupo, em pé, deve andar pela sala, aleatoriamente. Ao comando do(a)  facilitador(a) (com palmas), os participantes deverão formar subgrupos, de acordo com o número de palmas.

Vamos ao exemplo: quatro palmas formam-se subgrupos de quatro pessoas.

Observação: Essa técnica exige que o número total de participante seja divisível pelo número utilizado para formar os grupos.

Agora vamos colocar nosso toque de criatividade, recorte pedaços de TNT em formatos variados, triângulos, círculos, quadrados etc…

Conte uma história que pode ser: Vocês estão no TITANIC e infelizmente este belíssimo navio está indo à pique, os botes são poucos e as pessoas a bordo são muitas ao meu sinal todos deverão tentar se salvar correndo para os botes que estão posicionados no chão.

Quem ficar de fora, infelizmente morrerá!

Dicas: Utilize uma trilha sonora bem bacana, faça recortes de TNT menores de forma que não caiba todos os participantes, a cada rodada retire um bote do chão e utilize um apito para comandar o pessoal!

Você irá arrasar! Já estou vendo o Di Caprio me chamando de ROSEEEEEE!

– Tô indo Jack, seu lindo!

Abraços e nos vemos nos próximos posts!

Vanessa Aleixo – Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY® e OWNER da RHJOGOS®

 

Team Building – Ice Breaker parte 3

Todo treinamento feito com planejamento, carinho e dedicação merece iniciar e manter a energia lá em cima, então vamos a mais uma atividade quebra – gelo.

Esta atividade chama-se: Contagem! E é muito utilizada no meio teatral, vamos a ela…

Todos os participantes em círculo contaram em voz alta de até 1 até 20, cada um falando um número sem ordem definida. Se duas ou mais pessoas falarem juntas algum número, todos batem palmas, trocam de lugar e o jogo recomeça.

Para que o jogo chegue ao final, será necessário estar atento e conectado com o outro. Quando um participante perceber que outro falará junto o número, deverá ceder a vez.

Parece simples, mas nesta atividade trabalhamos o saber ouvir, sinergia, sincronia, respeito e empatia!

Agora é só aplicar com suas turmas!

Convidamos a todos à acessarem nossa loja RHJOGOS®, o site está recheado de novidades para abrilhantar seus treinamentos! Temos jogos para recrutamento e seleção, vendas, treinamento, educação e para processos de coaching.

 

Um grande abraço e até a próxima!

Vanessa Aleixo – Founder e diretora de DHO da RHPLAY

 

Jogos Corporativos, moda ou realidade?

Os Jogos Corporativos estão crescendo em popularidade, nas escolas, nas empresas, nas ONGS e nas nossas vidas! Mas será que tudo que reluz é ouro? Trocando em miúdos o jogo pelo jogo sem o velho e bom debriefing pode ser um fiasco!

Como assim? Você já saiu de um game organizacional com a sensação de que não sabe porque participou daquilo ou com a certeza de que não foi nada bem? O que será que aconteceu? Simples, falta de feedback!

É fato que os jogos corporativos estão crescendo no mercado e que se bem realizados com clareza no objetivo conferem sucesso! Agora se o jogo não for claro, não transferir o conhecimento para a realidade, não aferir competências de acordo com objetivo, ele servirá apenas como diversão! Se objetivo era só diversão, descontração, euforia, ótimo! Se não for? Aí alguma coisa deu muito errado, rsss!

Temos a tendência de acompanhar a moda, mas tem certas coisas que vieram para ficar, inovar e transformar a nossa realidade.

Com certeza os jogos corporativos fazem parte do novo modelo de aprendizagem nas organizações! Sim eles vieram para ficar e por isso precisam ser tão bons quanto o prometido, dar resultados, conferir aprendizado, afinal de contas o budget da empresa tem que ser bem aproveitado!

Se você quer realizar um game na sua organização, preste muito atenção e se faça os questionamentos abaixo:

  • Qual o objetivo deste jogo, no final o que queremos com isto? Qual ou quais resultados queremos alcançar?
  • Minha empresa compreende que os modelos de aprendizagem mudaram e que os jogos fazem parte deste contexto?
  • Qual a mensagem quero passar no final do jogo, que “nós” queremos desfazer? O que queremos reforçar?
  • Qual o meu público e quais são as suas necessidades?
  • Onde será aplicado este jogo? Indoor ou Outdoor? Ah, são tantas perguntas, rsss! A Luna sempre me acompanha nos meus textos!

Estas são perguntas chaves para garantir um experiência de sucesso! Vai por mim jogar é bom demais, mas jogar com um propósito é divino!

Até a próxima!

Por Vanessa Aleixo Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY