Gamificação: Como aplicar na sua vida?

A gamificação está em alta e olha que o Brasil ainda nem aproveitou todo o seu potencial, nossa caminhada ainda será longa para alcançarmos o Nirvana.

Antes de mais nada, vamos lembrar o que é gamificação, muitas pessoas acreditam que gamificar significa criar um jogo, mas isto é um engano.

Mas o que é então? É o uso de técnicas, de estratégias e do design de games em outros contextos que não sejam necessariamente associadas aos jogos em si.

Resumindo: Gamificação é a utilização dos elementos e mecânicas do jogos no seu cotidiano, na sua empresa, na sua escola e na sua vida.

Como funciona de fato?

Para aplicar as mecânicas de jogos a sua vida, negócios ou qualquer outra área, você precisa ter em mente qual objetivo deseja atingir.

Qual é o seu propósito? Você precisa planejar para escolher o caminho certo!

Vamos supor que a sua meta seja: seu filho executar as tarefas de casa. Neste caso, você estabelecerá as regras, mensurará os objetivos, ilustrará como será a pontuação e por fim desenhará a sonhada recompensa!

Que tal um exemplo prático, bem simples?

Objetivo: Se tornar um Super “Tarefeiro”!

Arrumar a cama – 10 pontos

Arrumar a cama os 7 dias da semana = 70 pontos + 30 de bônus 🙂

Executar todas as tarefas da semana (conversão de pontos) = a semanada que pode ser em reais ou em bens como: um kinder ovo, um quebra cabeça, um livro ou quem sabe um mega passeio.

O bacana é inserir um dashboard (placar de pontuação), criar um avatar bem legal, dar feedback e ilustrar com criatividade. Seu filho vai adorar!

E o que era chato de fazer se transformou em engajamento!

Para não cair na rotina você vai desbloqueando novas fases, ou seja, inserindo novas tarefas com um grau maior de desafios.

Uau! Até que foi easy baby!

É claro que em uma organização, as coisas não são tão simples assim, é preciso um planejamento muito bem feito para que a gamificação não vire um joguinho bobo, é preciso avaliar a fundo as reais necessidades, definir a jornada do herói e escolher com critérios: as dinâmicas, as mecânicas e os componentes.

E ainda avaliar constantemente a progressão, a experiência e principalmente fornecer feedback aos jogadores.

Quando falamos em jogadores , temos que pensar em pessoas com perfis diferentes, que possuem reações diferentes para execuções diferentes.

Aqui está o pulo do gato, você deve indiscutivelmente se aprofundar no público alvo versus o objetivo desejado.

Nem todo mundo gosta de marmelo, nem todo mundo gosta de goiabada, então como podemos criar um processo de gamificação que agradem gregos e troainos?

Ahá! Aguardo sua resposta!

Forte Abraço e nos vemos em breve!

Vanessa Aleixo

Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY e Criadora da RHJOGOS.

Team Building – Ice Breaker Parte 4

Para iniciar um treinamento com o pé direito é necessário elevar a energia e manter o alto astral, obter um ambiente amistoso e sem amarras, pensando nestes momento trouxemos para vocês dinâmicas e atividades quebra gelo que foram divididas em 04 partes.

Infelizmente estamos encerrando esta pauta, mas esperamos que você tenha colocado em prática as nossas dicas e atividades relacionadas nos posts anteriores.

Hoje vamos a mais uma atividade que servirá para você abrir seus trabalhos com team building, pocket training, play café, palestras e muitas outras atividades. Abra sua mente para que você possa transformar e criar outras atividades.

Ok vamos começar? Esta atividade chama-se: Jogo das Palmas!

Você não precisará de nenhum material somente o componente humano.

Instruções: O grupo, em pé, deve andar pela sala, aleatoriamente. Ao comando do(a)  facilitador(a) (com palmas), os participantes deverão formar subgrupos, de acordo com o número de palmas.

Vamos ao exemplo: quatro palmas formam-se subgrupos de quatro pessoas.

Observação: Essa técnica exige que o número total de participante seja divisível pelo número utilizado para formar os grupos.

Agora vamos colocar nosso toque de criatividade, recorte pedaços de TNT em formatos variados, triângulos, círculos, quadrados etc…

Conte uma história que pode ser: Vocês estão no TITANIC e infelizmente este belíssimo navio está indo à pique, os botes são poucos e as pessoas a bordo são muitas ao meu sinal todos deverão tentar se salvar correndo para os botes que estão posicionados no chão.

Quem ficar de fora, infelizmente morrerá!

Dicas: Utilize uma trilha sonora bem bacana, faça recortes de TNT menores de forma que não caiba todos os participantes, a cada rodada retire um bote do chão e utilize um apito para comandar o pessoal!

Você irá arrasar! Já estou vendo o Di Caprio me chamando de ROSEEEEEE!

– Tô indo Jack, seu lindo!

Abraços e nos vemos nos próximos posts!

Vanessa Aleixo – Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY® e OWNER da RHJOGOS®

 

Você sabe o que é onboarding?

Onboarding é o nome dado ao conjunto de procedimentos realizados para adaptar e capacitar os profissionais recém-contratados em uma empresa na cultura dela.

Em inglês, onboarding significa precisamente “embarcar”, mergulhar no contexto de uma organização.

O primeiro dia em uma empresa nunca é fácil, o funcionário ainda não possui o sentimento de pertencimento, o que torna mais difícil a ambientação.

É essencial que a empresa faça uma agenda para o primeiro dia de trabalho e que tudo seja bem organizado, justamente para que este novo colaborador sinta-se bem vindo e enxergue que o seu trabalho será importante para a empresa.

Faça um kit bacana de boas vindas, entre em acordo antecipadamente com os profissionais das áreas para que possam receber o novo membro com carinho na data e horário agendado.

Pesquisas indicam que 01 em cada 05 profissionais não possuem mesa própria, 01 em cada 4 precisam esperar por um computador e mais da metade não possui um e-mail corporativo nos primeiros dias de exercício.

Organizar este fluxo de trabalho com a expedição de materiais e a tecnologia da informação é extremamente necessário para promover uma primeira impressão positiva.

Como realizar o processo de onboarding de novos colaboradores?

O processo de onboarding começa antes mesmo do primeiro dia de um novo funcionário. Um processo de integração bem sucedido inicia já durante o recrutamento e a contratação.

Receba o candidato com carinho, afinal ele dedicou o seu tempo para realizar o processo seletivo e mostrou interesse pela vaga e pela organização.

Um processo seletivo ao contrário do que muitos pensam é uma parceria, pois da mesma forma que você precisa preencher a vaga, o outro lado almeja uma nova oportunidade. É um erro tratar os candidatos com descaso, os fazendo esperar sem explicação, os fazendo voltar diversas vezes, aplicando testes desnecessários e desrespeitando sua condição como se ele precisasse do selecionador.

Aqui vão algumas dicas para o processo de onbording:

  • Munir o site da empresa com informações sobre a cultura organizacional é um excelente prática para informar os interessados que almejam uma vaga.
  • Realizar os processos de uma forma dinâmica e divertida, faz com que os candidatos exponham o seu melhor.
  • Fazer uma breve apresentação da empresa durante a entrevista é extremamente assertivo, dentro das dinâmicas de grupo você poderá disseminar estas informações através do power point, infográficos ou cartazes.

O importante é que cada candidato independente de ter passado no processo seletivo sai daquele momento com o sentimento de que esta é a empresa que gostaria de trabalhar!

As vezes ele não se identificou com a cultura, mas com certeza pela forma como foi tratado indicará para os amigos e falará bem do processo e da empresa.

Crie atividades legais e divertidas para compor o seu processo de Onboarding e no famoso dia de integração, transforme a informação em pequenos jogos ou adapte para sua realidade jogos conhecidos como:  dominó, mico, jogo da memória, quebra cabeça, jogo dos sete erros, jogo da velha e outros.

Acesse o site www.rhjogos.com.br e encontre jogos e atividades divertidas para te auxiliar nesta nova realidade.

Experimente o nosso onboarding gamificado!

Todos a bordo e até a próxima!

Por: Vanessa Aleixo Diretora de Desenvolvimento Organizacional na RHPLAY e Owner na RHJOGOS®

 

Team Building – Ice Breaker parte 3

Todo treinamento feito com planejamento, carinho e dedicação merece iniciar e manter a energia lá em cima, então vamos a mais uma atividade quebra – gelo.

Esta atividade chama-se: Contagem! E é muito utilizada no meio teatral, vamos a ela…

Todos os participantes em círculo contaram em voz alta de até 1 até 20, cada um falando um número sem ordem definida. Se duas ou mais pessoas falarem juntas algum número, todos batem palmas, trocam de lugar e o jogo recomeça.

Para que o jogo chegue ao final, será necessário estar atento e conectado com o outro. Quando um participante perceber que outro falará junto o número, deverá ceder a vez.

Parece simples, mas nesta atividade trabalhamos o saber ouvir, sinergia, sincronia, respeito e empatia!

Agora é só aplicar com suas turmas!

Convidamos a todos à acessarem nossa loja RHJOGOS®, o site está recheado de novidades para abrilhantar seus treinamentos! Temos jogos para recrutamento e seleção, vendas, treinamento, educação e para processos de coaching.

 

Um grande abraço e até a próxima!

Vanessa Aleixo – Founder e diretora de DHO da RHPLAY

 

Team Building – Ice Breaker parte 2

No nosso primeiro texto sobre Team Building – Ice Breaker parte 1, trouxemos um quebra gelo super bacana e prometamos postar atividades para sacudir seus treinandos.

O quebra – gelo abaixo você poderá utilizar antes de iniciar seus treinamentos, nos intervalos, em encontros rápidos e no início do seu programa de team building.

A dinâmica chamasse AMNÉSIA, vamos a ela!

MATERIAIS A SEREM PROVIDENCIADOS:

  • Etiquetas adesivas e canetas;

PROCEDIMENTOS:

  • Distribua etiquetas adesivas em branco, pode ser daquelas tipo Pimaco autocolante;
  • Peça para cada participante escrever o nome de uma pessoa bem famosa  e já falecida, em sua etiqueta;
  • Em seguida solicite que grudem a etiqueta na testa de outro participante sem que esta pessoa veja o que está escrito;
  • Explique que todos estão sofrendo de amnésia, e não conseguem se lembrar de quem são.
  • Peça que todos circularem pela sala e abordem outros participantes tentando descobrir quem são;
  • Atenção: Os participantes só poderão fazer perguntas que possam ser respondidas com “sim” ou “não”;
  • No final coloque em discussão a dificuldade do exercício, e até que ponto as perguntas com respostas sim ou não os impediram de obter a cura para sua AMNÉSIA.

VARIAÇÕES DO ICE BREAKER:

  • Use pessoas que estão vivas, personagens fictícios (dos desenhos, dos cinemas, políticos, astros de TV) ou qualquer outra categoria que o grupo inventar;
  • Use etiquetas preparadas antecipadamente;
  • Embaralhe as etiquetas e aplique-as você mesmo;
  • Ao invés de personagens famosos utilize etiquetas indicando estados de espírito (alegre, nervoso, paciente, etc…);
  • Permita que os participantes utilizem perguntas abertas (desde o início da atividade, ou a partir de um certo momento);
  • Determine o tempo da atividade e coloque uma música ritmada;
  • Utilize chapéus com tarjetas ao invés das etiquetas;
  • Jogue equipes contra equipes e premie com chocolates as equipes que tiverem o maior número de descobertas no tempo determinado.

Até o nosso próximo post e se você não viu o anterior dá uma olhadinha já  Team Building – Ice Breaker parte 1

Vanessa AleixoDiretora de Desenvolvimento da RHPLAY Consultoria e TreinamentoTeam Building Jogos comportamentais Jogos EmpresariaisJogos para RH