Team Building – Ice Breaker parte 3

Todo treinamento feito com planejamento, carinho e dedicação merece iniciar e manter a energia lá em cima, então vamos a mais uma atividade quebra – gelo.

Esta atividade chama-se: Contagem! E é muito utilizada no meio teatral, vamos a ela…

Todos os participantes em círculo contaram em voz alta de até 1 até 20, cada um falando um número sem ordem definida. Se duas ou mais pessoas falarem juntas algum número, todos batem palmas, trocam de lugar e o jogo recomeça.

Para que o jogo chegue ao final, será necessário estar atento e conectado com o outro. Quando um participante perceber que outro falará junto o número, deverá ceder a vez.

Parece simples, mas nesta atividade trabalhamos o saber ouvir, sinergia, sincronia, respeito e empatia!

Agora é só aplicar com suas turmas!

Convidamos a todos à acessarem nossa loja RHJOGOS®, o site está recheado de novidades para abrilhantar seus treinamentos! Temos jogos para recrutamento e seleção, vendas, treinamento, educação e para processos de coaching.

 

Um grande abraço e até a próxima!

Vanessa Aleixo – Founder e diretora de DHO da RHPLAY

 

Team Building – Ice Breaker parte 2

No nosso primeiro texto sobre Team Building – Ice Breaker parte 1, trouxemos um quebra gelo super bacana e prometamos postar atividades para sacudir seus treinandos.

O quebra – gelo abaixo você poderá utilizar antes de iniciar seus treinamentos, nos intervalos, em encontros rápidos e no início do seu programa de team building.

A dinâmica chamasse AMNÉSIA, vamos a ela!

MATERIAIS A SEREM PROVIDENCIADOS:

  • Etiquetas adesivas e canetas;

PROCEDIMENTOS:

  • Distribua etiquetas adesivas em branco, pode ser daquelas tipo Pimaco autocolante;
  • Peça para cada participante escrever o nome de uma pessoa bem famosa  e já falecida, em sua etiqueta;
  • Em seguida solicite que grudem a etiqueta na testa de outro participante sem que esta pessoa veja o que está escrito;
  • Explique que todos estão sofrendo de amnésia, e não conseguem se lembrar de quem são.
  • Peça que todos circularem pela sala e abordem outros participantes tentando descobrir quem são;
  • Atenção: Os participantes só poderão fazer perguntas que possam ser respondidas com “sim” ou “não”;
  • No final coloque em discussão a dificuldade do exercício, e até que ponto as perguntas com respostas sim ou não os impediram de obter a cura para sua AMNÉSIA.

VARIAÇÕES DO ICE BREAKER:

  • Use pessoas que estão vivas, personagens fictícios (dos desenhos, dos cinemas, políticos, astros de TV) ou qualquer outra categoria que o grupo inventar;
  • Use etiquetas preparadas antecipadamente;
  • Embaralhe as etiquetas e aplique-as você mesmo;
  • Ao invés de personagens famosos utilize etiquetas indicando estados de espírito (alegre, nervoso, paciente, etc…);
  • Permita que os participantes utilizem perguntas abertas (desde o início da atividade, ou a partir de um certo momento);
  • Determine o tempo da atividade e coloque uma música ritmada;
  • Utilize chapéus com tarjetas ao invés das etiquetas;
  • Jogue equipes contra equipes e premie com chocolates as equipes que tiverem o maior número de descobertas no tempo determinado.

Até o nosso próximo post e se você não viu o anterior dá uma olhadinha já  Team Building – Ice Breaker parte 1

Vanessa AleixoDiretora de Desenvolvimento da RHPLAY Consultoria e TreinamentoTeam Building Jogos comportamentais Jogos EmpresariaisJogos para RH

Jogos Corporativos, moda ou realidade?

Os Jogos Corporativos estão crescendo em popularidade, nas escolas, nas empresas, nas ONGS e nas nossas vidas! Mas será que tudo que reluz é ouro? Trocando em miúdos o jogo pelo jogo sem o velho e bom debriefing pode ser um fiasco!

Como assim? Você já saiu de um game organizacional com a sensação de que não sabe porque participou daquilo ou com a certeza de que não foi nada bem? O que será que aconteceu? Simples, falta de feedback!

É fato que os jogos corporativos estão crescendo no mercado e que se bem realizados com clareza no objetivo conferem sucesso! Agora se o jogo não for claro, não transferir o conhecimento para a realidade, não aferir competências de acordo com objetivo, ele servirá apenas como diversão! Se objetivo era só diversão, descontração, euforia, ótimo! Se não for? Aí alguma coisa deu muito errado, rsss!

Temos a tendência de acompanhar a moda, mas tem certas coisas que vieram para ficar, inovar e transformar a nossa realidade.

Com certeza os jogos corporativos fazem parte do novo modelo de aprendizagem nas organizações! Sim eles vieram para ficar e por isso precisam ser tão bons quanto o prometido, dar resultados, conferir aprendizado, afinal de contas o budget da empresa tem que ser bem aproveitado!

Se você quer realizar um game na sua organização, preste muito atenção e se faça os questionamentos abaixo:

  • Qual o objetivo deste jogo, no final o que queremos com isto? Qual ou quais resultados queremos alcançar?
  • Minha empresa compreende que os modelos de aprendizagem mudaram e que os jogos fazem parte deste contexto?
  • Qual a mensagem quero passar no final do jogo, que “nós” queremos desfazer? O que queremos reforçar?
  • Qual o meu público e quais são as suas necessidades?
  • Onde será aplicado este jogo? Indoor ou Outdoor? Ah, são tantas perguntas, rsss! A Luna sempre me acompanha nos meus textos!

Estas são perguntas chaves para garantir um experiência de sucesso! Vai por mim jogar é bom demais, mas jogar com um propósito é divino!

Até a próxima!

Por Vanessa Aleixo Diretora de Desenvolvimento da RHPLAY